é bem isso mesmo.
Sonhos Roubados de Carol
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Um pouco de desabafo
Sinceramente? eu não sei por onde começar, é tanta coisa pra falar pra gritar.
Eu queria ser indiferente e fingr que não me importo. Mais que idiota eu me importo sim.
Bem pra começar nesse mundo de hoje, nesse tão famoso seculo XXI, tão "moderno" me assusta bastante, sei la parece que não me encaixo nele.
Ver pessoas, especialmente mulheres (e olha q eu sou uma) se jogando, se anunciando feito mercadorias me dá ansia,meu Deus que mundo é esse? que geração é essa? ta certo que homem ta em instinção, mais peraê precisa demonstrar tanto e se desvalorizar, acho que por isso, que tanta mulher ta sozinha, porque com esse cardapio recheado para cada dia da semana que homem vai querer se enjuar com uma só.
A humanidade ta doente, ta solitaria, ta precisando de uma basta, crianças crescendo fora do tempo, comendo d+, internet d+, sei la mais parece que é o fim dos tempos,
e todo mundo se acustumou a isso, parece que o desafeto virou comum, cade o amor entre familias?é cada vez mais frequente pais matando filhos, e vice versa, pessoas matam, estrupam com tanta facilidade, que algumas pessoas ao saberem apenas dizem: - pq o espanto? normal.
Normal??? tem certeza?
Sinceramente me interna me leva pra outro lugar, outro planeta, porque desse eu não faço parte.
Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento. Vou ali ser feliz e já volto. Caio F
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